quinta-feira, 17 de julho de 2008

Enquanto puder me ver nos seus olhos

És pra mim refúgio
És pra mim morada
Pra mim és calmaria
Mesmo que agites
A quem sem ti não é nada

Olho nos teus olhos
Não pra passar-te sinceridade
Olho nos teus olhos
Pois me ver ali passa-me felicidade

E torna-te refúgio novamente
E afagas os momentos de abstinência
Quando teus olhos mostram a imagem
De quem sem ti é dependência.

Mas se teus olhos por um momento fecharem
Espero não vê-lo acordar
Com outra imagem que possa ter dos seus olhos
Tirado minha imagem pra sempre de lá.

Se estar contigo for rotina
Rotina será o que desejo
Mas se tu não estás
Não há rotina, há desespero
E se não te vejo, não me vejo...

4 comentários:

Maíra Félix disse...

Pra Bruno, meu amor... só pq amo me ver no olhinho dele (mesmo ficando tortinha) huhu

Ludmille disse...

Má,esse teu texto ficou perfeito!

Anderson - Cinho! disse...

nhaw more, q perfeitOOOOO
*.*

te amo tah?

Elilson disse...

Romantismo singular!
Uma visão particular que se encaixa num sentimento introspectivo.
Parabéns!
Receitaram-me teu blogger e sei que o visitarei sempre que puder.
Continue em tua expressão harmônica!